Cada
vez que toca, God desenha-se como uma Torre de Babel que logrou recuperar a
unidade perdida. Pelo engenho de uma fatia da geração que viveu in loco a vertigem do Punk – mas que
teve o discernimento de compreender a tempo a irrevogabilidade do seu ocaso –, múltiplas
linguagens fundem-se numa coisa só e Bristol chega ao lugar onde o desejo de um
antiquíssimo povo da Mesopotâmia havia soçobrado. Tanto tempo depois, o
reencontro dos seres humanos numa só espécie – sem prejuízo da essencial
pluralidade – foi outra vez possível.
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