É fácil de
perceber o pouco interesse dos músicos do Pop/Rock português dos anos 80 na
riqueza nacional que herdáramos. Sem surpresa, os modelos inspiradores
provinham do mundo anglo-americano e quase mais nada importava. No entanto,
como seria possível continuar, ano após ano, a ignorar a proeminência de gente
como José Afonso e Carlos Paredes? De há algum tempo para cá, este último
transformou-se mesmo num farol de muitos guitarristas – Tó Trips, Norberto
Lobo, Peixe, Filho da Mãe… – e o Jardim junta, a partir de agora, o mestre e
alguns dos que se fizeram seus discípulos.
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