Cá para o
Jardim, uma boa parte dos males que vão no mundo devem-se à carência de música
jamaicana nos hábitos daqueles que nos comandam os dias. Quer dizer, umas horas
mensais de riqueza sónica caribenha apaziguariam tanta e tão desnecessária exaltação
contra a própria espécie, mas é também verdade que a experiência mostra o quão
irrelevante a boa música pode ser para o funcionamento da vida de demasiados
milhões.
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