Aproveita o nosso
Jardim a comparência de Michael Rother na Galeria Zé dos Bois, em Lisboa,
para relembrar o arrojo dos Neu!, que em pleno consulado do Rock Progressivo
ajudaram a definir uma nova via para a música. O grupo foi um dos mais relevantes
do Krautrock, designação integradora de uma complexidade que, ao contrário do
afirmado esta semana num jornal nacional, esteve longe de se cingir a
meia-dúzia de nomes, mesmo se atendermos à dimensão da então República Federal
da Alemanha.
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