Cumprida metade de 2015, continua a enxurrada de edições imprópria para as curtas 24
horas que o dia disponibiliza à espécie humana, já para não falar no esforço
financeiro que um acompanhamento minimamente digno de um apreciador de música pressupõe.
Numa palavra, demasiada oferta para tão pouco tempo e dinheiro. Mas sobeja largamente
a vontade de ouvir.
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