Hoje é o dia Primeiro de Maio,
porventura o mais universal dos feriados – inventado nos Estados Unidos e
idolatrado nos países do antigo bloco soviético. Para fugir à literalidade
política, o Jardim convoca, outra vez, o mais inspirado dos discos portugueses,
Cantigas do Maio. Nele, a liberdade e o trabalho são a matéria-prima que a
visão de José Afonso e a intuição de José Mário Branco transformam num retrato de um povo trespassado pela estupidez
do poder.
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