Não é segredo nenhum a preferência
do nosso Jardim pelo período do Pós-Punk. Talvez a explicação esteja no
contraste entre esse passado e os tempos que correm, ou seja, entre uma ideia
de pertença a um espaço – editoras, discos, fanzines, jornais, palcos – e a
presente tendência para a imaterialidade. Tal visão não desqualifica a música
de hoje, mas impele, recorrentemente, a vontade até aos mil caminhos daquele
momento histórico, neste caso através dos The Specials, que sublinharam a
diversidade como o maior tesouro da espécie humana.
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