Olhando para os factos, um
criminalista não teria dificuldades em encontrar uma relação irrefutável entre
o período de glória estética dos GNR e a presença de Alexandre Soares durante
aqueles anos de ouro. O gosto pela música não é uma ciência exata, mas o Jardim
tende a concordar com as evidências. Para baralhar ainda mais, devolve-se á vida
um disco de 1988 assinado por Soares, Um Projecto Global. Demasiado
desconhecido, é um momento de interlúdio entre a saída do guitarrista dos GNR e
o renascimento da sua arte a bordo dos Três Tristes Tigres.
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