Não se sabe
com rigor a data de edição – algures no final da década de 50 – e pouco ou nada
da autoria – Gin Gillette. Mas é exatamente esta neblina que faz de Train to
Satanville uma daquelas peças depositárias do mistério original do Rock, que os
The Cramps, autoinvestidos em empenhados zeladores da causa, perseguiram, incessantemente, ao longo de décadas.
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