É difícil encontrar
um grupo tão hábil como os norte-americanos R.E.M. na gestão do prestígio
somado ao longo de três décadas. Ao contrário de outros, o ganho de novos públicos nunca
significou a perda dos anteriores e no fim da sua carreira continuavam a
agradar aos velhos sonhadores do tempo romântico das rádios universitárias,
gente que nunca se importou de partilhar o gosto com todos aqueles que só deram
por Michael Stipe na altura de Losing My Religion.
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