O nosso Jardim não
se sente especialmente vocacionado para a redação de listas a glorificar os melhores do
ano, um dos desportos favoritos de sítios online, jornais e revistas, mesmo que
duas ou três semanas passadas já ninguém se recorde bem dos ditos inventários.
Ainda assim, a natureza humana que recheia as espécies do Jardim impele-nos a
preferências. Do ano terminado, para além de FKA Twigs, Andy Stott sintetiza
bem o que mais prezamos na Pop: a irreverência sónica que se escusa a divagações
egocêntricas, mas que não abdica do mistério.
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