Há discos que
começam pela capa, outros pelo nome, mas Power, Corruption & Lies (1983),
dos New Order, consegue fazer o pleno antes da música soar. Depois de um
primeiro LP ainda assombrado pelo fim dos Joy Division, é em Power, Corruption
& Lies que vai, definitivamente, a sepultar a memória musical de Ian
Curtis, numa cerimónia devidamente oficiada por um sintetizador todo-poderoso.
Terminava assim o luto de uma terrível perda.
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