Entre a multidão absurda de discos
semanalmente editados, alguns nomes acabam por despontar e ficar, enquanto a
maioria vive inconsistentemente. A implosão da indústria e o fácil acesso aos
meios de produção, divulgação e distribuição provocaram a formação de um imenso
território subterrâneo, no qual muito se suspira pela condição de músico. Inga
Copeland consegue iludir este mundo mais ou menos evanescente e vai construindo
um percurso. O nosso Jardim apoia-o incondicionalmente.
23
Sem comentários:
Enviar um comentário