sábado, 10 de janeiro de 2015

A intuição de Pasolini

No final da sua vida, Pier Paolo Pasolini escreveu sobre os perigos que pairavam sobre a liberdade e a diversidade, teorizando sobre a ascensão de um novo fascismo fundado na promoção da ignorância e da indiferença. O violento desaparecimento do italiano em novembro de 1975 calou uma voz dissonante, mas a rápida aceleração das sociedades de consumo deu-lhe uma sombria razão. Hoje, a sua figura reaparece em Pasolini, de Abel Ferrara, enquanto o Jardim recorda dois momentos de há mais de vinte e cinco anos com a marca do seu pensamento e da sua morte.






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