No final da sua
vida, Pier Paolo Pasolini escreveu sobre os perigos que pairavam sobre a
liberdade e a diversidade, teorizando sobre a ascensão de um novo fascismo
fundado na promoção da ignorância e da indiferença. O violento desaparecimento
do italiano em novembro de 1975 calou uma voz dissonante, mas a rápida
aceleração das sociedades de consumo deu-lhe uma sombria razão. Hoje, a sua
figura reaparece em Pasolini, de Abel Ferrara, enquanto o Jardim recorda dois
momentos de há mais de vinte e cinco anos com a marca do seu pensamento e da sua
morte.
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