Nos Sugarcubes, não passava de uma
cantora sujeita às evidentes limitações alheias, mas depois, goste-se muito ou
nem por isso, Bjork foi construindo o mais marcado universo dos últimos vinte anos
da música Pop/Rock. Nele, a islandesa inventou galáxias distantes, desenhou
sóis e planetas, justapôs paisagens geológicas de antanho a tecnologia de
ponta, moveu oceanos e montanhas, sempre com o poder criador da sua voz a
determinar o princípio e o fim de tudo.
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