Ninguém sabe que memória
restará, fora dos nichos especializados, dos músicos da segunda metade do século XX, mas Miles Davis é um dos fortes candidatos a
esse reconhecimento imediato, um pouco como acontece hoje com Bach ou Mozart. O
trompetista norte-americano foi, desde os anos 50, uma personagem em constante reinvenção,
gravando muito ao longo de várias décadas. Em 1958, Davis fez a banda sonora para
Fim de Semana no Ascensor, um filme de Louis Malle que seria outra coisa sem a
beleza da música que o percorre.
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