Arthur Russell desapareceu demasiado
cedo deste mundo, mas, num gesto de enorme generosidade, deixou riqueza
suficiente para partilhar, por muitos anos, com os que cá ficaram. A sua vida
musical repartiu-se entre o gosto pela pista de dança nos tempos do Disco e o
recolhimento numa Pop minimalista, que teve a sua obra suprema em World of
Echo, de 1986. Há, portanto, muito por onde escolher.
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