Pensar 2014 como o tempo que medeia
entre os dias 1 de janeiro e 31 de dezembro é o procedimento habitual para
apurar os melhores do ano. Depois, restam as outras listagens para o que fica
de fora: reedições, música portuguesa, etc. Mas levanta-se a pertinente
questão: e se a melhor música que ouvimos este ano estiver, formalmente,
encaixada nas reedições, mesmo que a esmagadora maioria nunca a tenha ouvido
aquando da edição original? Por isso, o Jardim esquece os rigores do calendário
e prefere viajar a um lugar onde floresce uma música sem idade.
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