Ouvir Xen de fio a
pavio não esclarece a dúvida: será Arca músico, escultor ou engenheiro informático?
Ou talvez o venezuelano Alejandro Ghersi reclame para si um pouco de cada um daqueles caminhos. De qualquer maneira, Xen é, no presente ano, uma aventura
tão capaz de agradar aos investigadores mais audaciosos, como de produzir um
impacto regenerador no mainstream menos conservador.
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