Marcando Música Moderna, dos Corpo
Diplomático, e Jorge Morreu, dos UHF, o ano zero da aventura Pop/Rock
portuguesa – e, para que não restem dúvidas, o Jardim não conta com o Ié-Ié dos
anos 60, nem com as sinistras operações Prog Rock da década seguinte –, o
percurso soma já trinta e cinco anos, com os seus pequenos cenários e um ou
outro sonho de grandeza. Fora disto estiveram sempre alguns, como os portuenses Repórter
Estrábico, que registaram a patente de uma inimitável “mordacidade séria”.
Das poucas coisas de jeito a sair do Porto...
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