Até aos anos 90
Portugal tinha apenas dois canais de televisão, mas não era preciso esperar
pelo cometa Halley para espreitar o mundo de Lang, Hawks, Bergman, Kurosawa ou César Monteiro. Hoje a sua aparição – ou de
outros do género – assemelha-se a um milagre. A verdade é que nunca o ruído se pareceu tanto a um deserto. Como memória, fica a linha de cintura de
Marianne/Anna Karina, em Pedro, o Louco, de Jean-Luc
Godard.
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