O Jardim parte hoje sem destino certo e sem data de regresso marcada. Viajará por onde calhar, saltitando,
erraticamente, da frescura para a aridez, do frio para o calor, da cidade para
o campo, da eletricidade para a luz da vela, da sofisticação tecnológica para a
ancestralidade, da velha Terra para o espaço infinito… No regresso, carregará na bagagem novas e preciosas espécies
para os seus canteiros, que estremecem, ansiosos, pela comunhão com a geografia
mais invulgar.
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