Os GNR terminaram em 1986, ainda que tenham continuado
depois disso, mas transformados noutra coisa diferente do grupo que editou
quatro LPs entre 1982 e aquele ano. Gravaram, porventura, o mais New Wave dos
discos portugueses – Independança – e foram infletindo para uma linguagem mais
Pop, que culminou em Psicopátria. Em todos eles, foram exímios manipuladores de
música e de poesia tendencialmente poliglota, mas depois saiu Alexandre Soares
e tudo se esfumou num ápice. Hoje sabemos o verdadeiro significado das
divergências artísticas então publicitadas.
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