Não esquecidos, mas apenas à espera deste outono
solar para se mostrarem, os The Gist foram a mais ilustre descendência dos gloriosos
Young Marble Giants. Igualmente fugazes, afastaram-se razoavelmente da ideia de
canção minimalista criada pelos seus progenitores e desenvolveram organismos
com raízes mais fundas nas convenções da música Pop (arranjos + refrões = adesão
emocional), mas, graças aos seus bons genes, a anos-luz do que a indústria
pretende que circule como mercadoria. Merecem, plenamente, uma dose
reforçada.
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