quarta-feira, 10 de setembro de 2014

A luz e a sombra, segundo Pedro Caldas

Um ótimo filme português, Guerra Civil (2010), de Pedro Caldas, nunca estreou pelo facto da sua banda sonora integrar canções sem a devida autorização legal. O lamento é duplo: o filme é virtuoso e, se tivesse oportunidade, poderia ser capaz de escavacar os minúsculos nichos onde o cinema nacional teima, tantas vezes, habitar; a música também vai bem e funciona como uma engrenagem fundamental da história. Siouxsie, a divindade gótica primordial, anda por lá na companhia dos seus Banshees, enquanto a sombra da Joy Division é uma verdadeira personagem de carne e osso. Ao invés, aos Orange Juice cabe o papel de Sol. 







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