Na era do sampling, os
salteadores da música de outrora entregam, de bom grado, a alma em troca da
partícula sonora perfeita, resgatada em devotas peregrinações a discos mais ou
menos obscuros. Depois, estes pedaços de música revivem num novo corpo e a sua
proveniência fica esquecida, até que alguém tropeça ou repara no lugar original
daquele instante feito matéria-prima pela tecnologia. Sem sampler, não estariam
cá alguns discos de valor inestimável e o Hip Hop seria um
assunto de ficção.
muito bom, já não ouvia este assobio à séculos
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